Após pedir prisão e impeachment de Reinaldo, Contar se une, caminha junto e sua esposa abocanha contrato de R$ 150 mil/mês
A expressão “O mundo da voltas”, nunca caiu tão bem como na
politica sul-mato-grossense, há exatos 06 anos atrás, o deputado estadual na
época Capitão Contar (PRTB) denunciou um superfaturamento de R$ 2,4 milhões na
compra de 60 mil cestas básicas com recursos da Covid-19, durante a gestão do
governador Reinaldo Azambuja (PSDB).
O Ministério Público Estadual (MPE) resolveu processar
servidores públicos e empresários por crimes como dispensa de licitação e
peculato. Em abril de 2020, o deputado pediu informações sobre a compra, mas a
maioria dos deputados votou pelo arquivamento da proposta.
Capitão Contar apresentou a denúncia à Polícia Federal,
resultando na Operação Penúria. O total gasto foi de R$ 5,82 milhões, com 41%
deste valor identificado como superfaturamento.
Hoje ambos no PL, se unem em torno da pré-campanha ao
senado, lado-a-lado, segundo informações,
a empresa de publicidade da esposa do Capitão Contar, assinou contrato de R$ 1
milhão com o PL dias após a filiação do político ao partido.
A agência Diniz Ação em Marketing recebe R$ 150 mil mensais
por serviços de publicidade e já recebeu R$ 450 mil. O contrato tem vigência
até julho e cobre trabalhos exclusivos no estado.
A atitude do “Capitão” mostra sua incoerência na política, o que está acontecendo no Mato Grosso do Sul, mostra que o ditado “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, ainda pode estar valendo nas terras pantaneiras.















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