Tereza pretende frear industria da multa, alavancar PIB e trazer segurança jurídica
Nesta manhã de sexta-feira, a Deputada Federal Tereza Cristina (DEM), futura ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro (PSL), condeu entrevista coletiva na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul.
Durante a entrevista, a futura ministra foi indagada sobre diversos assuntos, um deles sobre a insegurança jurídica, no quesito invasões de terras por indígenas e sem-terra, segundo Tereza, “as invasões afastam investidores, e hoje há mais de 140 áreas consideradas invadidas, e isso prejudica investimentos no Estado, a ordem do presidente [Bolsonaro], e que seguimos os termos jurídico de direito de propriedade, tudo dentro da lei”, disse ela.
Logística foi um dos grandes entraves do país, para o agronegócio, e segundo a Deputada Tereza Cristina isso pode ser revertido, “Nós precisamos melhorar a logística para escoar, baixando assim os preços e abrindo mercados para que o Brasil seja mais competitivo no exterior. Eu tenho certeza de que capacidade os nossos produtores têm e facilmente atingiremos essa meta”, comentou em entrevista coletiva.
Industria das Multas
Hoje o Brasil soma, conta com a inadimplência de R$ 15 bilhões em multas para produtores rurais, segundo a a futura ministra, “tem setores que poluem muito mais que os produtores rurais ou agro em geral, e bem menos e menos sustentáveis que têm multas muito menores, neste sentido há uma perseguição a quem produz no Brasil”, disse a deputada.
Meio Ambiente
Uma das parlamentares que opinou contra a fusão do Ministério com o Meio Ambiente, Tereza deve validar o nome indicado para a pasta. “Foi feito esse anúncio e agora não terá mais a fusão. É uma atitude madura e sensata porque existem pautas distintas. Mas a ideia do presidente e da equipe era apenas seguir a tendência mundial de unir os ministérios. Só no Brasil é assim ainda. Mas é assim porque temos todo um ecossistema e riquezas naturais incomparáveis. Talvez, no futuro, aconteça essa fusão”, disse.














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