Sicredi fechou 2017 com R$ 2,3 bilhões de saldo positivo e soma mais de 3,7 milhões de associados
Em 2017, o Sicredi andou na contramão da crise, superou metas e registrou crescimento de mais de 20% entre ativos e depósitos. No número de associados fechou o ano com um crescimento superior a 9%, com mais de 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros e 1.575 agências, em 199 municípios, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
Ao anunciar os resultados financeiros auditados de 2017, a Cooperativa, lembra que alcançou o resultado líquido de R$ 2,35 bilhões. Os ativos totais apresentaram crescimento de 17,3%, na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 77,3 bilhões.
Em patrimônio líquido, o Sicredi também conquistou resultado positivo, com aumento de 18,2%, totalizando R$ 12,8 bilhões. O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema com os riscos de suas atividades) foi de 24,03%, em dezembro de 2017, o que representa confortável situação patrimonial.
Os depósitos totais cresceram 17,5%, com volume de R$ 50,4 bilhões. A poupança foi a categoria que apresentou o melhor desempenho, com aumento de 39,4%, alcançando R$ 9,59 bilhões de carteira. Na sequência, estão os “depósitos à vista”, com incremento de 23,9%, totalizando R$ 7,16 bilhões.
“O ano de 2017 foi um dos melhores da trajetória do Sicredi, pois continuamos contribuindo fortemente com os nossos associados e com o desenvolvimento local. Conquistamos um crescimento sólido em indicadores financeiros, mesmo com todas as adversidades do cenário econômico. Também cabe destacar o processo de transformação digital por meio do qual estamos realizando a substituição progressiva dos sistemas que processam os nossos produtos e serviços (core bancário) e o desenvolvimento da nossa plataforma digital Woop Sicredi”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares.
A carteira de crédito totalizou R$ 43,9 bilhões no final de dezembro de 2017, aumento de 21,1% na comparação com o mesmo período no ano anterior. Desse total, R$ 25,2 bilhões foram destinados para o crédito geral, enquanto o crédito rural recebeu R$ 18,7 bilhões. A taxa de inadimplência fechou 2017 com 1,74%, apresentando decréscimo de 0,64 pontos percentuais na comparação com dezembro de 2016.
As receitas de serviços somaram R$ 1,56 bilhão, aumento de 21,0% nos últimos 12 meses, com destaque para as receitas originárias de tarifas e serviços bancários (R$ 619,4 milhões), seguros (R$ 263,7 milhões), cartões (R$ 219,8 milhões), cobranças (R$ 212,0 milhões) e consórcios (R$ 141,0 milhões).














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