O mercado físico de boi registrou preços acomodados nesta semana, já que as indústrias se posicionaram de forma cautelosa e, poucos que abriram o balcão de negociações, já iniciaram com tentativas de negócios abaixo da referência média. Os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição confortável em suas escalas de abate e seguem exercendo pressão sobre os criadores. 

Como de costume, após a semana mais curta e o feriado prolongado, as indústrias frigoríficas brasileiras passaram o dia contabilizando as vendas de carne bovina e montando suas estratégias de compras para a semana. Outros fatores que podem mexer com o mercado é a alta do dólar e o volume das exportações de carne bovina. 

Segundo a Scot Consultoria, o mercado do boi gordo em São Paulo está estável desde 13/4, em função do equilíbrio entre oferta e demanda. Hoje, as cotações ficaram estáveis comparadas à última sexta-feira (22/4). O boi gordo está sendo negociado por R$315,00/@, a vaca gorda por R$279,00/@ e a novilha gorda por R$312,00/@, preços brutos e a prazo. Para os machos cujo destino é a exportação, os negócios estão em até R$330,00/@.

Agrobrazil, informou negociação de R$ 330/@ em Presidente Bernardes, no estado São Paulo, com pagamento à vista e abate para o dia 06 de maio. Confira os detalhes da negociação na figura abaixo.

Ainda no mercado físico, segundo o app da Agrobrazil, em São Paulo, o valor médio para o animal terminado apresentou uma média geral a R$ 319,24/@, conforme dados informados no aplicativo. Já a praça de Goiás teve média de R$ 295,03/@, seguido por Mato Grosso Sul com valor de R$ 296,38/@. E em Mato Grosso, a média fechou cotada a R$ R$ 319,20@.

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