O governador Reinaldo Azambuja destacou o clima positivo com o setor produtivo após o cumprimento em agenda no gabinete itinerante do governo do Estado na Expogrande. Ele aproveitou a oportunidade para comentar também sobre os problemas enfrentados pela safra de soja, mas garantiu que com o aumento da área plantada as perdas são amenizadas. “Nós tivemos um aumento de 10% na área plantada esse ano. Aumentou 280 mil hectares, quer dizer, só no plantio de soja nós chegamos perto dos 3 milhões de hectares plantados nessa safra 18-19 colhida recentemente. Milho na safrinha tivemos um incremento na segunda safra de quase 160 mil hectares. Nós tivemos em algumas regiões queda de produtividade, mas acabou parte disso sendo compensada pelo aumento da área plantada”, explicou.
Na ocasião o gestor do executivo Estadual destacou a harmonia e positividade no setor produtivo rural. “Aqui no gabinete itinerante nos reunimos com avicultura, suinocultura e Federação de Agricultura. É um segmento que cresce em MS. Precisamos olhar quais são os gargalos do agro para buscar soluções e aumentar a produtividade”, garantiu. O presidente da Acrissul, Jhonatan Barbosa, também acredita no bom momento, principalmente pela acessibilidade do governo. “Esse estande é democrático, é o governo do Estado que mostra aquilo que se propõe, junto com o povo se organiza, oferece, despacha e atende”, finaliza.
100 dias de mandato
Em relação aos primeiros 100 dias do atual mandato, o governador destacou o esforço para manter o equilíbrio das contas como o principal desafio, assegurando aos interlocutores que não pretende se afastar do compromisso de melhorar investimentos em setores como segurança e saúde e promover o desenvolvimento do Estado. “Estamos dando continuidade ao nosso plano de governo. Depois de muitas dificuldades estamos vencendo a crise, mesmo com medidas amargas”, disse ele, diante das reivindicações de representantes do setor produtivo.
Reinaldo destacou o corte de despesas e a revisão dos contratos como medidas de ajuste importantes. E não escondeu sua expectativa em torno das reformas como caminho para recuperar a capacidade de investimento dos Estados. “Estamos fazendo a lição de casa. Mas temos de ter pressa no encaminhamento das reformas estruturantes. Realizá-las com firmeza e de acordo com o que país precisa”, disse ele, referindo-se mais especificamente às mudanças na Previdência e no sistema tributário, que melhore para os estados a distribuição dos recursos arrecadados. “As reformas precisam destravar o país”, disse ele.

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