A demanda por certificação sanitária para fins de exportação de produtos de origem animal do Brasil teve um aumento de 11% em junho deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O total de Certificados Sanitários Internacionais emitidos no mês foi de 32.153. Os dados foram divulgados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) nesta quarta-feira, 15 de julho, na quarta edição do relatório de atividades sobre os impactos decorrentes da pandemia do coronavírus (Covid-19) nas atividades do setor.

Consideradas como essenciais pelo Decreto 10.282, as atividades de inspeção e fiscalização seguem funcionando com os cuidados necessários de prevenção a Covid-19.

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Atualmente, estão registrados no SIF 3.318 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados.

Segundo o relatório, no mês de maio foram realizados 132 turnos adicionais de abate que foram requisitados de forma emergencial pelos abatedouros frigoríficos de aves, bovinos e suínos registrados junto ao SIF.

Abates

As fiscalizações registraram redução, no mês de maio, do número de abates em frigoríficos de aves e bovinos. Em relação aos frigoríficos de aves, a redução foi de 7% em comparação a maio de 2019, o que representa pouco mais de 32 milhões de aves que deixaram de ser abatidas.

Nos frigoríficos de bovinos, a redução foi de 11%, deixando de ser abatidos aproximadamente 233 mil animais em comparação ao mesmo período no ano de 2019. As fiscalizações também mostram que o abate de suínos se manteve praticamente estável nos meses de abril e maio, com redução de cerca de 1%.

Clique aqui para baixar o 4º Relatório de atividades do Serviço de Inspeção Federal

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