Decisão do MPE pede sequestro ativos de proprietários que causaram dados no rio da Prata
Justiça acata decisão do Ministério Público Estadual, e sequestra ativos financeiros dos proprietários das fazendas Rio Grande e Monalisa, até o limite de R$ 400 mil.
Segundo o despacho do Promotor de Justiça Alexandre Estuqui Junior, as propriedades Fazenda Rio Grande e Monalisa, não possuem medidas essenciais de conservação do solo e que, em razão da ausência de programas ou procedimentos dessa natureza, causaram danos ambientais no Rio da Prata que possuam aguas cristalinas, e contribuem com turismo local.
Na Fazenda Monalisa não foi constatada nenhuma técnica de preservação do solo que tivesse correlação com a contenção das águas das chuvas e na Fazenda Rio Grande foi constatada a inexistência de curvas de nível, bem como foi constatada a incapacidade de contenção pelas "caixas secas".
Contudo a Juíza de Direito Adriana Lampert, deferiu o pedido do MPE/MS, e solicitou vistorias técnicas de órgão competentes nas propriedades citadas e bem como no rio afetado.














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