O pecuarista de corte, independente da função que executa, seja cria, recria, engorda ou produção de genética tem como sua essência a produção de carne, podendo ser traduzida na forma de carcaça. Portanto a atividade tem seu desfecho no momento em que o animal é abatido, e é justamente neste desfecho que há uma grande polêmica que causa muita discussão e debate entre produtores e frigoríficos.

 

Portanto compilamos mais de 11.553 cabeças abatidas de cinco pecuaristas diferentes e assim, tentaremos esclarecer alguns pontos de como proceder para uma melhoria do rendimento de carcaça.

 

 Primeiro precisamos entender o que é uma carcaça A carcaça corresponde ao animal abatido, sangrado, esfolado, eviscerado, desprovido de cabeça, patas, rabada, órgãos genitais externos, gordura perirenal e inguinal, ferida de sangria, medula espinhal e diafragma.

 

Entendendo isso, o produtor que vende seus animais para o frigorífico terá que se preocupar em como melhorar a eficiência da deposição de carne e da diminuição do conteúdo TGI. Essa relação é expressa em porcentagem e se torna um índice de muita importância para a produtividade da fazenda.

 

Quer saber como avaliar uma carcaça? O produtor deve estar atento a todos os aspectos que interferem o rendimento de carcaça para que este parâmetro seja utilizado eficientemente. Se o produtor não conhece o rendimento de carcaça de seus animais a tomada de decisão ficará mais difícil e poderá implicar certamente em prejuízos na rentabilidade das carcaças de seus animais.

 

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