Esse cenário foi um desestímulo a investimentos, por um lado e, insegurança para vendedores de terras, um ativo seguro. Foi um ano caracterizado por poucos negócios. No último trimestre do ano a situação econômica começou a dar indícios de melhora e, segundo levantamento da Scot Consultoria, neste período aumentaram as consultas aos corretores em diferentes regiões, porém não suficientes para aumentar gerar negócios.

 

Em relação aos preços médios das terras destinadas a pastagem, eles permaneceram estáveis ao longo do ano.

 

 Apesar desse quadro de marasmo, investimentos em infraestrutura, nos estados pesquisados pela Scot Consultoria podem estimular em médio e longos prazos a movimentação no mercado de terras. Nas regiões nordeste, norte de Minas Gerais e no Espirito Santo a seca foi um fator a mais de “desmotivação” para os negócios.

 

 

 

No caso da Bahia, no Vale do São Francisco já são seis anos de chuva abaixo do normal climatológica. Investimentos em infraestrutura. Apesar desse quadro de marasmo, investimentos em infraestrutura, nos estados pesquisados pela Scot Consultoria podem estimular em médio e longos prazos a movimentação no mercado de terras.

 

Centro-Oeste

 

Em Mato Grosso, no início de novembro, representantes de investidores chineses e a construtora brasileira Fumagalli anunciaram um projeto de construção de trinta silos de armazenamento de grão, totalizando R$1,5 bilhão de investimento. No Mato Grosso do Sul, a tendência é que mais áreas de pastagens sejam convertidas em agricultura, principalmente para produção de celulose. (Scot)

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