Procon/MS: Preço dos combustíveis varia pouco na Capital
Para acompanhar os preços de combustíveis para o consumidor final, o Procon/MS realizou pesquisas de preços desses produtos e constatou que a variação nos preços é pequena. Foram verificados postos de duas duas regiões de Campo Grande, as saídas para São Paulo onde foram verificados 11 locais no dia 23 de agosto e na saída para Cuiabá no dia 24, com visitas a nove estabelecimentos.
Em ambos os casos, foram coletados preços dos seguintes combustíveis: etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e S500 aditivado e, ainda, S10 comum e aditivado. Na saída para São Paulo, a variação mais sensível (15,83%) se deu em relação ao etanol com pagamento no crédito. O maior valor, por litro, de R$ 4,39, foi encontrado no Auto Posto Morenão, enquanto o menor (R$ 3,79), no Posto Savana.
O diesel S10 aditivado, para pagamento no crédito, teve a menor variação: 0,56%. O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,19, no Posto Santa Felicidade Derivados do Petróleo e o menor valor, R$ 7,15 no Posto Katia Locatelli. É oportuno destacar que os valores sem variação foram comercializados em apenas dois estabelecimentos: Posto Cidade Morena e Posto sem Limite.
Em relação aos nove postos na saída para Cuiabá, os valores coletados se referem aos mesmos produtos da outra região. Também nesse caso, a maior variação (13,19%) foi do etanol para pagamento no crédito. O maior valor por litro (R$ 4,29) foi registrado no Auto Posto Kauê e o menor valor encontrado (R$ 3,79), no Posto Shiraishi II.
A gasolina comum teve a menor variação, de 0,81%, para pagamento no dinheiro. O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 4,99 nos postos Auto posto Milênio Ltda, Posto Carandá Locatelli, Posto Fort Combustíveis, Posto Trokar II, e o menor valor, de R$ 4,95, nos Posto Santa Vitória Fener e Cia Ltda, Posto Castelo.
O Procon Estadual esclarece que estes preços podem ter sofrido redução, uma vez que os preços vêm oscilando nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/PASEP/COFINS e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).















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