Pelos dados levantados pela Agrifato, na ultima semana apenas uma das 17 praças acompanhadas pela consultoria teve valorização no preço do boi gordo: Mato Grosso.
Nas 16 outras regiões monitoradas pela Agrifatto, as cotações fecharam a semana com estabilidade.
“Na primeira quinzena atual, o mercado físico do boi gordo vem, de mansinho, como quem não quer nada, ajustando para cima”, relatam os analistas da Agrifatto. As altas têm sido moderadas, mas já apontam para novas valorizações no curto prazo, acrescentam eles.
Os recentes avanços nas cotações do boi gordo, destaca a Agrifatto, são sustentados pela oferta curta de animais prontos, especialmente de fêmeas, além das exportações de carne bovina fresca, congelada e resfriada.
Enquanto isso, diz a consultoria, o varejo doméstico da carne bovina mantém um giro regular, mesmo entrando na segunda quinzena, período em que o consumo costuma esfriar devido ao menor poder aquisitivo da população.
Com isso, ressalta a Agrifatto, o maior impulso (para o escoamento da produção) vem das exportações de carne bovina in natura, em volumes robustos e renovando recordes mensais, apesar do aumento tarifário dos EUA.
No acumulado de janeiro a julho deste ano, foram embarcados um volume recorde para o período de 1,87 milhão de toneladas da proteína brasileira, 14,11% acima do resultado de igual período de 2024.giões monitoradas pela Agrifatto, as cotações fecharam a semana com estabilidade.















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