O cenário atual aponta para uma continuidade do movimento de alta no mercado do boi gordo no curto prazo, sustentado pelo posicionamento das escalas de abate, pela demanda aquecida no mercado interno e pelas perspectivas de exportação.

O mercado físico do boi gordo segue com tendência positiva nas principais praças pecuárias do país. O cenário atual aponta para uma continuidade do movimento de alta no curto prazo, sustentado pelo posicionamento das escalas de abate, pela demanda aquecida no mercado interno e pelas perspectivas de exportação.

A análise é reforçada por consultorias especializadas, que destacam fatores como a retenção estratégica de animais nas fazendas e o início de novos acordos comerciais para a carne bovina brasileira, com potencial de ampliação no mercado internacional.

Escalas curtas e demanda aquecida favorecem alta

De acordo com levantamento da Safras & Mercado, os frigoríficos ainda operam de forma agressiva na compra de boiadas, visando atender à demanda da primeira quinzena de abril. A consultoria aponta que a redução das chuvas prevista para as próximas semanas pode impactar negativamente as pastagens, forçando os pecuaristas a acelerar as vendas e movimentando ainda mais o mercado.

Confira os preços médios registrados nesta semana nas principais praças:

  • São Paulo: R$ 320,00/@
  • Goiás: R$ 310,54/@
  • Minas Gerais: R$ 301,47/@
  • Mato Grosso do Sul: R$ 310,23/@
  • Mato Grosso: R$ 310,61/@


Em São Paulo, segundo dados da Scot Consultoria, os valores seguem firmes, com o boi gordo “comum” cotado a R$ 317/@, a vaca gorda a R$ 284/@, a novilha a R$ 297/@ e o “boi-China” a R$ 320/@.

No fechamento da última semana de março, o indicador Datagro apontou alta semanal de 1,85% em São Paulo, fechando a sexta-feira (28/3) a R$ 319,13/@. Já o Cepea indicou avanço de 1,35%, com cotação de R$ 314,86/@.







0 Comentários

Deixar um comentário

Não se preocupe! Seu email não sera publicado. Campos obrigatórios estão marcados com (*).