A Scot Consultoria identificou queda de R$ 2/@ no preço do “boi-China” negociado no interior paulista, agora cotado em R$ 360/@, no prazo (valor bruto).

Por sua vez, o preço do boi gordo sem padrão-exportação continua valendo R$ 355/@ na praça paulista, enquanto a vaca e a novilha gordas são vendidas por R$ 328/@ e R$ 340/@, respectivamente, no prazo, acrescenta a Scot.

“Os frigoríficos com escalas de abate com mais dias reduziram a necessidade de compras imediatas e aumentaram a pressão sobre as cotações”, afirma a Scot, acrescentando que as indústrias de menor porte, que atuam no mercado spot, já têm encontrado menos resistência nas negociações.

Na visão dos analistas da Agrifatto, o mercado brasileiro do boi gordo iniciou maio com baixa liquidez e forte cautela entre compradores e vendedores, em um ambiente de negociações mais travadas nas principais praças pecuárias.

Segundo a consultoria, apesar da postura mais estratégica da indústria, que alonga as compras e pressiona a arroba, a realidade no campo segue outra:

“Boiada acabada, com padrão adequado e entrega imediata continuam valorizados, sobretudo quando há necessidade de compor escalas no curto prazo”, observa a Agrifatto.

Do lado do produtor, continua a consultoria, a leitura é de que ainda existe demanda ativa e espaço para valores acima da média em lotes específicos.

Futuros caem

No mercado futuro do boi gordo, os contratos negociados na B3 fecharam a terça-feira (6/5) em baixa. O destaque ficou para o contrato com vencimento em julho/26, que terminou o pregão cotado a R$ 336,10/@, com queda de 1,29% em relação ao dia anterior.

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