Equipes da Polícia Federal estão desde às 6h da manhã cumprindo mandados de busca e apreensão em Campo Grande, na sede da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul). Pelo menos três viaturas estão no prédio, localizado na Avenida Afonso Pena. As buscas são feitas após investigações apontarem que um grupo de empresas está sob o controle de um mesmo núcleo familiar desde 2002 executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado sistema “S”.

A ação recebeu o nome de Operação Fantoche e está nas ruas de sete Estados, incluindo a capital de Mato Grosso do Sul. Segunda a PF, com apoio do Tribunal de Contas da União foi descoberta que a forma de atuação da empresa é semelhante aos crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, lavagem de ativos e associação criminosa.

O modus operandi é em resumo na utilização de entidade de direito privado sem fins lucrativos para justificar a celebração de convênios e contratos diretos com o Ministério do Turismo e Unidades do Sistema S, contratos que em sua maioria, voltados à execução de publicidades e eventos culturais superfaturados ou com inexecução parcial, recursos que posteriormente eram desviados em favor do núcleo empresarial, tendo como intermediação empresas de fachada.

Ao todo são 213 policiais federais e oito auditores do TCU, cumprindo 40 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária. A Polícia Federal de Pernambuco é quem coordena a ação policial, as prisões são em Minas Gerais, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, São Paulo, Distrito Federal e aqui em Mato Grosso do Sul.  Até o momento ainda não divulgado os nomes de empresários e nem de quais unidades do Sistema ‘S’ estão na mira das investigações, estima-se que o grupo já tenha recebido mais de R$400 milhões decorrentes desses contratos ilícitos.

As prisões e as buscas e apreensões, foram determinadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados.

A ação recebeu o nome de "Operação Fantoche" em alusão a um dos festivais realizado pelo Sesi, o Bonecos do Mundo, idealizado por Lina Rosa Gomes. Ela é um dos alvos de prisão.

Em nota, o Sesi esclareceu que "todos os contratos de patrocínio do Sesi respeitam as leis de licitação e têm processo transparente publicado em jornais". Eles informaram, ainda, que irão colaborar com as investigações realizadas pela PF.

Equipes da Polícia Federal estão desde às 6 h da manhã cumprindo mandados de busca e apreensão em Campo Grande, na sede da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul). Pelo menos três viaturas estão no prédio, localizado na Avenida Afonso Pena. As buscas são feitas após investigações apontarem que um grupo de empresas está sob o controle de um mesmo núcleo familiar desde 2002 executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado sistema “S”.

A ação recebeu o nome de Operação Fantoche e está nas ruas de sete Estados, incluindo a capital de Mato Grosso do Sul. Segunda a PF, com apoio do Tribunal de Contas da União foi descoberta que a forma de atuação da empresa é semelhante aos crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, lavagem de ativos e associação criminosa.

O modus operandi é em resumo na utilização de entidade de direito privado sem fins lucrativos para justificar a celebração de convênios e contratos diretos com o Ministério do Turismo e Unidades do Sistema S, contratos que em sua maioria, voltados à execução de publicidades e eventos culturais superfaturados ou com inexecução parcial, recursos que posteriormente eram desviados em favor do núcleo empresarial, tendo como intermediação empresas de fachada.

Ao todo são 213 policiais federais e oito auditores do TCU, cumprindo 40 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária. A Polícia Federal de Pernambuco é quem coordena a ação policial, as prisões são em Minas Gerais, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, São Paulo, Distrito Federal e aqui em Mato Grosso do Sul.  Até o momento ainda não divulgado os nomes de empresários e nem de quais unidades do Sistema ‘S’ estão na mira das investigações, estima-se que o grupo já tenha recebido mais de R$400 milhões decorrentes desses contratos ilícitos.

As prisões e as buscas e apreensões, foram determinadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados.

A ação recebeu o nome de "Operação Fantoche" em  alusão a um dos festivais realizado pelo Sesi, o Bonecos do Mundo, idealizado por Lina Rosa Gomes. Ela é um dos alvos de prisão.

Em nota, o Sesi esclareceu que "todos os contratos de patrocínio do Sesi respeitam as leis de licitação e têm processo transparente publicado em jornais". Eles informaram, ainda, que irão colaborar com as investigações realizadas pela PF.

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