Ministério atualiza lista de trabalho escravo, no MS 3 empregadores compõem a lista suja
O Ministério do Trabalho atualizou o cadastro de empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas às de escravo, a chamada lista suja.
A atualização traz 34 novos nomes de pessoas físicas e jurídicas que foram responsáveis por 269 trabalhadores em situação análoga a de escravo. A lista tem 166 nomes.
Entre as empresas estão a ALL América Latina Logística (atual Rumo Malha Paulista), a Cone Brasil, que comercializou alimentos no Rock in Rio e duas construtoras responsáveis por obras no Programa Minha Casa Minha Vida.
A publicação ocorreu após decisão judicial proferida pela 11ª Vara do Trabalho de Brasília em ação do Ministério Público do Trabalho.
A União tinha até o dia 27 deste mês para publicar a lista atualizada. O descumprimento implicaria multa diária de R$ 10 mil.
No Mato Grosso do Sul
O empregador Edvaldo Zagatto, da Fazenda São Luís, no município de Aquidauana, onde foram resgatados 6 trabalhadores;
A Prestadora de Serviços e Comércio de Madeiras Benites, razão social da Fazenda Santo Antônio, localizada no município de Dourados, mantinha quatro trabalhadores em condição de escravidão;
Gregório da Costa Soares, da Fazenda Baía do Cambará Redondo, localizada no município de Corumbá, no Pantanal, onde quatro trabalhadores foram resgatados no ano passado em condições análogas à escravidão.














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