A Corte Especial do STJ (Supremo Tribunal de Justiça) julga neste momento, o inquérito nº 1.190, onde tem como principal personagem o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), seu filho Rodrigo, um membro do TCE/MS, um Deputado Estadual, e demais lideranças, que supostamente participaram, de um esquema de recebimento de propina, que foi entregue pelos donos do grupo JBS, que mantinha o esquema. O total dos recebimentos soma mais de R$ 60 milhões, envolvendo produtores rurais no Mato Grosso do Sul, que ficaram conhecidos em rede nacional por criarem o “Boi de Papel”. O Julgamento de hoje é para o desbloqueio das contas do tucano, que na época o relator do inquérito o ministro Felix Fisher bloqueou mais de R$ 200 milhões, hoje o novo relator é o ministro Paulo de Tarso Sanseverino.

Quinze ministros do STJ, compõe o pleno, sem a presença do governador, inclusive o Min Reynaldo Soares da Fonseca, cujo seu filho o procurador Leonardo Campos Soares da Fonseca foi promovido esta semana pelo próprio governador a  3ª categoria/PGE-MS. O imbróglio deste caso foi noticiado em rede nacional pela Folha de São Paulo, que o então provado no concurso público para procurador do Estado, Leonardo Campos Soares da Fonseca foi o primeiro cidadão ser beneficiado por uma lei aprovada sob medida. Reinaldo sancionou a lei, em 2016, aos 25 anos de idade, Leonardo Campos Soares da Fonseca foi beneficiado por uma mudança na lei estadual, sancionada por Reinaldo no dia 20 de setembro, mas com efeito retroativo a 1º de agosto. Graças a mudança, ele pode ser cedido ao TSE, a pedido do então presidente, o famoso ministro Gilmar Mendes.

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