Decisões de Moro, Bretas e Bruno, são invalidadas por suspeita de perseguição
O efeito Moro fez co que o juiz federal Bruno Cezar da Cunha Teixeira, da 3ª Vara Federal Criminal de Campo Grande (MS), fosse afastado de todas as ações penais e inquéritos no Mato Grosso do Sul referentes a Lama Asfáltica, a decisão foi adotada por setores do judiciário como STF, onde também foram declarados suspeitos o ex-juiz federal Sergio Moro nos casos da Operação Lava Jato. "Sergio Moro, Marcelo Bretas e o doutor Bruno achavam que podiam fazer tudo, de 'A' a 'Z', sem que os atos deles fossem considerados ilegais. Eles achavam isso, mas felizmente os tribunais enxergaram da mesma forma.
No Mato Grosso do Sul, o ex-secretario de Obras e ex-deputado Federal Edson Giroto, e o ex-governador André Puccinelli, foram um dos prejudicadas com as decisões do juiz Bruno, na petição contra o juiz de Mato Grosso do Sul - que foi acolhida pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região no mês passado -, o advogado mencionou duas vezes o julgamento de maio de 2021, no STF, que considerou, por sete votos a quatro, Moro suspeito para atuar em processo movido contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O advogado argumentou que, no julgamento de Moro, o ministro do STF Gilmar Mendes destacou "o teor da base para o instituto [da suspeição], classificando-o como direito fundamental, [...] não pode o juiz vestir-se do papel de investigador ou de acusador.
O único impedimento de o ex-governador André Puccinelli ser pré-candidato ao governo do Estado novamente, era em relação às decisões do juiz Federal Bruno que abrangem a operação Lama Asfaltica, e as mesmas foram suspensas pela própria justiça Federal, deixando o caminho livre para o ex-governador.
Com informações de Runas Valente.















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