Celulose é o principal item exportado por Mato Grosso do Sul, já foram 2,175 milhões de toneladas no 1° semestre de 2019
Segundo dados do Ministério da Economia, a celulose se consagrou em 2019 como o principal item de exportações de Mato Grosso do Sul. Com 2,175 milhões de toneladas exportadas no período de janeiro a junho deste ano, as duas plantas de produção de celulose instaladas no estado registraram uma receita de US$ 1,055 bilhão, o que representa 4,19$ do total da receita com as exportações do estado no período.
Esse é considerado um fato histórico, já que desde 2006 a soja sempre terminou o primeiro semestre do ano como principal produto exportador por Mato Grosso do Sul. Com a mudança no quadro, a soja ficou em segundo lugar no ranking estadual de exportações no primeiro semestre deste ano, o faturamento foi de US$ 718,878 milhões, 27,36% da receita sul-mato-grossense.
Desde a inauguração em 2010, da primeira planta de produção de celulose no estado, a da Fibria, atual Suzano, a celulose, de acordo com os dados do Ministério da Economia, figurou de forma constante como um dos produtos que geraram as maiores receitas para Mato Grosso do Sul. Chegou inclusive a liderar o ranking sul-mato-grossense de exportação, mas a medida que a colheita de soja aumentava, a oleaginosa retomava a posição de líder.
Mas em 2019 a celulose já iniciou o ano como o principal produto embarcado para o exterior, houve um crescimento de 7,09% em volume em relação ao mesmo período do ano passado, passou de 2,031 milhões de toneladas para 2,175 milhões. Também houve incremento de receita, foram 11,82% - de US$ 944,346 milhões para US$ US$ 1,055 bilhão. Com os números o estado de Mato Grosso do Sul fechou o primeiro semestre de 2019 como o maior exportador brasileiro em volume e em receita de celulose de fibra curta.
A soja em contrapartida, registrou oscilação negativa na mesma comparação. Queda de 32,57% na quantidade - de 3,033 milhões de toneladas para 2,045 milhões de toneladas, e uma retração ainda maior no faturamento, 40,05% - de US$ 1,198 bilhão para US$ 718,878 milhões.















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