Depois de constatar que Campo Grande perdeu 3.150 vagas de emprego com carteira assinada nos quatro primeiros meses do ano e de analisar a inércia da administração do prefeito Marquinhos Trad de fomentar o desenvolvimento da cidade, que tem apresentado índices menores que de cidades do interior, o engenheiro Marcelo Miglioli, pré-candidato a prefeito disse que a Capital está andando para trás. Ele teceu duras críticas também à SEDESC que virou moeda de barganha política.

 

“Campo Grande sofre uma autêntica sangria de empregos.

De 2015 pra cá foram dizimados 14.300 postos de trabalho com carteira assinada: 3.150  só nos 4 primeiros meses desse ano, vejam bem, essa não é uma crítica, estamos falando de números oficiais do Ministério do Trabalho que comprovam o aumento do desemprego antes e durante a pandemia”, afirmou Marcelo.

 

Segundo o pré-candidato, com o sumiço de 14 mil empregos, milhares de pessoas  deixam de circular no comércio da Capital e na economia no ano. “É ruim, muito ruim. É gente que fica sem comida na mesa e sem esperança”,afirma.  

 

“É preciso revitalizar nosso distrito e pólos industriais que estão todos abandonados, A Secretaria Municipal de Desenvolvimento virou moeda de barganha política, porque não estão pensando na solução, pensam apenas na reeleição”, criticou Miglioli.

 

Desse jeito, segundo ele, a população perde empregos, o comércio e os serviços perdem clientes, Campo Grande empobrece, sofre para pagar funcionários e não consegue investir.  “É preciso pensar grande, fazer projetos, atrair investidores e olhar pra frente, chamar os empresários, propor soluções e ouvir como a Prefeitura pode ajudá-los a investir e gerar empregos em Campo Grande, temos que apresentar resultados urgentes nessa área, porque se saúde é vida, comida na mesa também é, isso é gestão”,afirmou.

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