Boi gordo: preços permanecem estáveis, no MS R$ 315, SP R$ 338 e MT R$ 313
Mercado pouco movimentado nesta semana, resultado da evolução das escalas de abate, que atendem os próximos dias.
O mercado físico de boi gordo registrou preços de mais baixos a estáveis nesta quarta-feira, 16, com frigoríficos testando novas ofertas abaixo da referência, principalmente para animais com destino ao mercado externo. Neste cenário, chama a atenção a lateralização dos negócios e dos preços em São Paulo, maior centro consumidor de carne bovina do país, onde os preços fogem da média nacional.
Em relação à estratégia dos pecuaristas, é novamente evidenciada boa capacidade de retenção dos animais no pasto neste momento, permitindo a cadência das negociações de acordo com as necessidades operacionais da fazenda.
Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, nesta quarta-feira, a dificuldade de compra de bovinos terminados no mercado paulista resultou na alta de R$ 1/@ para o boi gordo direcionado ao mercado interno, agora negociado a R$ 338/@ (preço bruto e a prazo).
A cotação da novilha gorda, dirigida ao mercado externo registrou valorização de R$ 3/@ nesta quarta-feira, e está apregoada em R$ 330/@ (preço bruto e a prazo), informa a Scot. Conforme supracitado, os bovinos com destino à exportação chegam a R$ 350,00/@, segundo as negociações informadas para a data de ontem.
Com isso, os pecuaristas de Araçatuba, em São Paulo, venderam lotes no valor de R$ 350,00, com pagamento à vista e abate programado para o dia 22 de fevereiro. Sendo assim, em São Paulo, o valor médio para o animal terminado apresentou uma média geral a R$ 346,31/@, na quarta-feira (16/02), conforme dados informados no aplicativo da Agrobrazil.
Já a praça de Goiás teve média de R$ 310,74/@, seguido por
Mato Grosso Sul com valor de R$ 315,21@. E em Mato Grosso, a média fechou
cotada a R$ R$ 313,24@.
Até a segunda semana de fevereiro o Brasil embarcou 73,4 mil toneladas de carne bovina in natura, o equivalente a um embarque médio diário de 8,2 mil toneladas, volume 43,9% maior comparado à média diária de fevereiro/21.
O preço por tonelada embarcada (US$5,5 mil) cresceu 21,3% no
mesmo período e, com isso, a receita média diária dos embarques foi de US$44,9
milhões, alta de 74,5% em relação à média de fevereiro do ano passado.















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