Agência nacional de petróleo realiza nesta quinta-feira 29, a 15ª rodada de licitações de blocos exploratórios de gás e petróleo no país. Ao todo 17 empresas se inscreveram para disputar os blocos de mar e quatro para os blocos de terra. Além da Petrobrás, estão participando gigantes mundiais do setor, como Chevron e ExxonMobil ambas americanas e Shell Holandesa.

Este é o primeiro leilão realizado em novo modelo pela ANP, com rodadas segmentadas, especificas para os diferentes perfis de empresas. A agência avalia que este modelo reforça a ideia de que as rodadas estão mais atrativas, sobretudo por conta dos aprimoramentos que tem sido promovido no setor de óleo e gás. O maior número de empresas interessadas nos blocos marítimos se deve em principio a produtividade, segundo a ANP, em 2017, 44% da produção de petróleo no Brasil foi de reservatórios marítimos do pós-sal enquanto os blocos terrestres responderam por aproximadamente 8% da produção nacional. Porém o principal foco das empresas licitantes esta na promessa de reservas abaixo dos blocos ofertados. A 15ª rodada é vista como a última oportunidade para venda de áreas do pré-sal caso realmente haja as reservas estimadas pela ANP, sob o regime de concessão, no qual o governo não tem direito a receber parte da produção em óleo.

O próprio diretor-geral da ANP, Décio Oddone, admitiu que a previsão de arrecadação possa estar subestimada, pois ele esta mais otimista, governo pretende arrecadar cerca de 3,5 bilhões com a rodada desta quinta-feira (29) com o leilão previsto para junho.

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