18ª Semana do Pescado estimula comercio e consumo do pescado
O varejo brasileiro já se prepara para a 18ª Semana do Pescado. Realizado em todo o Brasil, o evento é considerado a “Segunda Quaresma” por estimular o consumo e registrar um aumento de mais de 30% nas movimentações do setor. A edição 2021 está marcada para o período de 1º a 15 de setembro e terá foco total na ampliação do consumo do pescado pelos brasileiros.
Para o setor de bares e restaurantes, o evento somará de forma significativa para as ações de reabertura que ocorrem em todo o Brasil, diante da flexibilização dos novos protocolos contra a pandemia. Pesquisas da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontam que o segmento já se sente otimista e pretende contratar funcionários nos próximos meses. “Acreditamos que a iniciativa virá em um momento propício para ajudar a movimentar ainda mais o mercado, a trazer de volta essa confiança dos clientes. Irá chamar os clientes de volta e, claro, aumentar as vendas”, afirma o diretor de conteúdo da Abrasel, José Eduardo Camargo.
Por se certificar da importância da Semana do Pescado, a Abrasel estimula o maior número de bares e restaurantes a participarem do evento, seja através da oferta de pratos especiais, preços diferenciados, entre outros. “Queremos fazer essa comunicação não apenas com nossos associados, mas com estabelecimentos de todo o Brasil para ajudar no engajamento deles e para que possam ampliar a comunicação aos seus clientes”, acrescenta.
As boas expectativas do evento se estendem ao setor supermercadista. Com mais de 20 anos de experiência no consumo de pescado, Meg Felippe é responsável pela direção de pescado da rede Carrefour e possui experiência histórica com a Semana do Pescado, registrando um crescimento que chega a 30% nas vendas. “No ano passado, mesmo sendo uma campanha mais modesta em razão da pandemia, chegamos a 19% nas vendas e 8% no volume. Ganhamos ticket médio e share”. Para este ano, o desejo é de uma ativação 360º para estimular ainda mais o consumo.
Ela acredita que, do ponto de vista do varejo, ter esse período com foco numa identidade visual, faz o cliente perceber que se trata de um festival, com produtos diferenciados, de qualidade e por preços mais atrativos. “Quando é junho, as pessoas sabem que o comércio está vivendo a festa junina, há todo um clima. E o brasileiro é sensível a preço. Mesmo pessoas com maior poder aquisitivo são movidas por promoção”, reforça. Assessoria















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