O advogado Gabriel Taquino de Paula foi preso por participação em fraudes nas compras públicas durante a Operação Gutenberg, realizada pelo Gaeco, que mirou em uma quadrilha que desviou R$ 27 milhões da Saúde e na compra de livros.

Taquino atuava como consultor jurídico no Consórcio Público de Desenvolvimento do Vale do Ivinhema (Codevale), Ele se dizia especialista em licitações e avaliava a legalidade de diversos contratos públicos, o consorcio que tem 14 municípios. 

Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Brasilândia, Deodapolis, Glória De Dourados, Ivinhema, Nova Andradina, Novo Horizonte Do Sul, Rio Brilhante, Santa Rita Do Pardo, Taquarussu, Vicentina.

A operação prendeu 16 pessoas e cumpriu 43 mandados de busca em várias cidades.

O grupo é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e outros delitos, sendo organizado em núcleos liderados por empresários que manipulavam as compras sem licitação.

Taquino tem audiências de custódia marcadas e estava recentemente envolvido em uma capacitação sobre a Lei Geral de Proteção de Dados.

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