Diante da tendência de aposentar os combustíveis fósseis, "o que vamos ver na próxima década vai ser surpreendente. Isto é cada vez mais rápido, mais radical e mais forte", assegurou José Ignácio Escobar, diretor-geral para a América do Sul da espanhola Acciona Energía. Especialistas exigem políticas econômicas de longo prazo na América Latina para realizar a transição da matriz energética para fontes renováveis não convencionais, como a solar ou a eólica.

 

A realidade dos países é muito diferente. Enquanto Chile e Uruguai fizeram apostas claras nas energias solar e eólica, respectivamente, no Peru, por exemplo, presa de uma crise política nos últimos meses que terminou com a mudança de governo, o avanço está muito atrasado, segundo César Butrón, presidente do COES-SINAC.

Só em quatro anos, a energia produzida pelo vento passou de 1% do total, em 2013, a 31%, em 2017. Em março passado, a energia eólica se tornou a principal fonte de geração pela primeira vez, alcançando 41% de participação, disse Casaravilla, citando uma notícia desta terça-feira da imprensa local.

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