A pesquisadora Mariana de Aragão Pereira tomou  posse como nova chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande, marcando um momento histórico para a unidade, que terá pela primeira vez uma mulher no comando em seus 50 anos de atuação. 

Ela substitui o pesquisador Antonio Rosa, que ocupava o cargo desde 2020, e assume a liderança da unidade com foco em quatro eixos principais: sustentabilidade, inovação, capacitação e transformação digital. 

Durante o evento, o governador Eduardo Riedel destacou os investimentos realizados em diversas cadeias produtivas, com foco em aumentar a competitividade do setor. “Temos uma grande missão pela frente que é pensar nos modelos de incentivos, em todas as cadeias produtivas do Estado. Mato Grosso do Sul talvez seja o estado que mais aplique recursos buscando eficiência competitiva”, afirmou. 

Riedel também ressaltou o posicionamento estratégico do Estado diante de temas globais como transição energética, segurança alimentar e sustentabilidade. “Mato Grosso do Sul está posicionado no coração dessas agendas, atraindo capital privado para gerar oportunidades, emprego e renda”, completou. 

A cerimônia marcou ainda a consolidação de um momento histórico para a instituição, com a posse de Mariana de Aragão Pereira como chefe-geral. Ela é a primeira mulher a assumir o cargo em mais de 50 anos de história da unidade. 

“Este também é um momento simbólico. Recebo esse fato não como uma conquista individual, mas como um sinal da evolução da própria instituição, que se fortalece com a diversidade”, afirmou. 

Mariana assumiu o cargo em 1º de janeiro de 2026, após processo seletivo, para mandato de dois anos, com possibilidade de renovação. Vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária, a Embrapa Gado de Corte é referência nacional no desenvolvimento de tecnologias para a pecuária e completou 50 anos em 2025. 

O governador também destacou a importância histórica da instituição para o setor. “A contribuição da Embrapa é a base da competitividade da pecuária de corte em nosso Estado e no Brasil”, concluiu.

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