O empresário Francisco Anízio dos Santos apontado pela investigação como líder de um esquema que desviou R$ 27 milhões em Mato Grosso do Sul, continuará preso após seu pedido de revogação da prisão ser negado pela Justiça. O juiz Deyvis Ecco afirmou que a necessidade da prisão preventiva não mudou e que não houve novos fatos que justifiquem sua libertação.

Francisco foi preso em 7 de julho durante a Operação Gutenberg. O juiz também negou a substituição da prisão por medidas cautelares. Além disso, Giovanni Paroschi Jafar tenta anular decisões da juíza May Melke Amaral Penteado Siravegna, alegando que ela está impedida por seu marido ter atuado no caso antes.

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