A safra brasileira de café 2021/22, a ser colhida no ano que vem, deverá atingir 60,7 milhões de sacas de 60 kg, queda de 10% ante as 67,5 milhões de sacas do ciclo anterior, apontou nesta quarta-feira o Rabobank, indicando um recuo menos acentuado para a próxima colheita do que o sinalizado por produtores e outras instituições.

O banco de investimentos Itaú BBA, por exemplo, trabalha com cenários que apontam uma quebra de 14% e 21% na próxima colheita do país, em função de chuvas inferiores à média e do ano de baixa no ciclo bienal de produção do grão arábica.

Já a associação de produtores Sincal vê a possibilidade de a produção de arábica do Brasil não atingir nem mesmo 20 milhões de sacas, enquanto o Rabobank vê a safra dessa variedade no ano que vem em 40,5 milhões de sacas, o que ainda assim seria uma queda de 17,3% ante 2020/21.

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