Por unanimidade os vereadores de  Campo Grande aprovaram em sessão extraordinária realizada nesta sexta-feira (19), o lockdown disfarçado proposto pelo prefeito Marcos Trad,  o Projeto de Lei 9.991/21, de autoria do Poder Executivo, que solicita autorização da câmara para antecipar os feriados municipais, por decreto, em razão das medidas de combate à disseminação da pandemia do coronavírus, fechando tudo durante 7 dias a partir de segunda-feira dia 22.

 

Em entrevista pouco antes de começar a sessão extraordinária, o procurador-geral do município Alexandre Ávalo explicou que as igrejas podem funcionar, mas devem atender as normas de biossegurança, para evitar a transmissão do coronavírus. Também serão autorizadas aulas na modalidade de ensino remoto.

 

 

 

As medidas foram acertadas em uma reunião com a presença do prefeito da Capital, Marquinhos Trad, o secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, além de representantes de entidades e do comércio, do Ministério Público e de hospitais particulares da Capital, Defensoria Pública e Procon.

 

Nestes dias, só poderão funcionar serviços essenciais durante 24 horas. Segundo o prefeito, Marquinhos Trad (PSD), o comércio que não se enquadra em serviço essencial não poderá abrir. “Só funcionarão serviços essenciais durante os nove dias e não é lockdown”, observou o prefeito.

 

Marquinhos Trad afirmou que as medidas a serem adotadas de maneira emergencial visam reduzir a taxa de contagio da doença no Município e evitar que de fato haja um colapso no serviço de saúde, o que poderia levar a restrições mais severas, conforme projeção e avaliação dos dados epidemiológicos apresentados durante a reunião.

 

“Essas medidas são necessárias para que a gente possa reagir diante de um cenário totalmente adverso e consiga assegurar a quem necessita um condição adequada de atendimento”, reforça.aro que são dias de restrição, as pessoas devem ficar em casa.

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