Assomasul pede ao governo mais fiscalização e lei seca durante pandemia
A Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) encaminhou nesta terça-feira (8) um oficio ao governador do estado, Reinaldo Azaumbuja (PSDB), em que pede a implementação de medidas mais restritivas para fazer frente ao agravamento da pandemia de Covid-19.
O ofício, assinado pelo presidente da Assomasul, Valdir Couto de Souza Júnior, pede como uma das principais medidas a proibição no estado do consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos e estabelecimentos comerciais.
No documento, a entidade defende que venda de álcool seja permitida somente para retirada no estabelecimento (take away) e/ou entrega em casa (delivery), mas que essa comercialização seja autorizada somente até o horário do toque de recolher, definido conforme a bandeira de risco de cada município apontada no programa Prosseguir, do governo do estado.
Sobre o Prosseguir, a Assomasul pede que as medidas restritivas apontadas no programa, como o toque de recolher e funcionamento de atividades conforme a classificação de risco (bandeiras), sejam “vinculantes” aos municípios.
A entidade defende ainda a redução do limite máximo de pessoas de 50 para 40 em eventos ou estabelecimentos comerciais, mantendo as demais medidas de biossegurança estipuladas no Prosseguir e ainda um aumento do efetivo da Polícia Militar na fiscalização das medidas restritivas nos municípios.
O presidente da Assomasul comentou que como mais de 80% dos municípios de Mato Grosso do Sul não tem infectologistas, o programa Prosseguir é o principal parâmetro para o enfrentamento a pandemia.















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